
O PARQUE NACIONAL DOS LENÇOIS MARANHENSES
Mais parece uma miragem que confunde a nossa visão: Uma imensidão de dunas, algumas com mais de trinta metros de altura, de longe a imagem que se tem é de um deserto de areias brancas que mais parecem lençóis estendidos ao sol para secar - prática muito comum no interior do Maranhão – daí a origem do nome. Mas quando nos aproximamos temos uma agradável surpresa: Encontramos um verdadeiro oásis, são centenas de lagoas de águas mornas e cristalinas, um mergulho é praticamente inevitável.
Volta ao menu

PRAIA DO CABURÉ – antiga aldeia de pescadores “nômades” que durante o inverno abandonavam seus “ranchos de palhas” e retornavam para suas casas no interior, a fim de trabalhar na lavoura, aproveitando o período das chuvas. Com a chegada dos turistas a aldeia deu lugar a um amontoado de pousadas, construídas numa faixa de areia que fica entre o mar e o Rio Preguiças. A ação dos ventos que movimentam as dunas é constante e ameaçam a existência do lugarejo.
Volta ao menu

MANDACARÚ – vila de pescadores que cresceu em torno do “FAROL PREGUIÇAS” construído pela marinha, nos anos 40, para orientar a navegação marítima da região. O farol tem 146 degraus, que podem e devem ser percorridos. A vista que se tem do mirante do farol é deslumbrante: de um lado o contorno sinuoso do rio preguiças por entre dunas e manguezais, do outro a imensidão branca das dunas dos Lençóis Maranhenses. SUBA VALE A PENA!
Volta ao menu

ATINS – é um dos muitos povoados existentes no entorno do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, próximo a foz do rio Preguiças. O lugar ainda mantém as características de vila de pescadores, mas já dispõe de algumas pousadas. A partir de Atins pode-se chegar facilmente ás dunas e lagoas dos Lençóis, ou caminhar pelas praias quase intocadas dessa região. No período das chuvas a grande atração é “queda d’água do Bouzinho”, que nada mais é que uma depressão com formação em argila que fica entre o mar e os campos alagados. Com as fortes chuvas as lagoas dos campos transbordam causando este espetáculo da natureza. Com a maré cheia pode-se ficar com a água do mar até o pescoço, enquanto a água doce cai dos paredões de argila.
Volta ao menu

RIO NOVO DOS LENÇÓIS - nasceu do desmembramento de duas vilas de seus municípios sede. De um lado temos RIO NOVO, que pertencia ao município de Barreirinhas, do outro PAULINO NESVES no município de Tutóia. No meio separando ou unindo as duas vilas, está o Rio da Fome. Segundo os moradores mais antigos, este rio a muito tempo não passava de um “filete d’água”, até que houve um inverno muito forte na região fazendo transbordar o Lago da Taboa, onde nascia o pequeno riacho. A força das águas abril caminho até o mar, dando origem ao grande rio – daí o nome RIO NOVO - que não para de se expandir em suas margens e vai “engolindo” as ruas da pequena cidade.
Devido a datações cartográficas a nova cidade passou a se chamar PAULINO NEVES, mas existe um movimento na comunidade para se adotar em definitivo o nome de RIO NOVO DOS LENÇÓIS, numa alusão ao antigo nome do lugar e seu principal atrativo, que são as enormes dunas de areias, que formão os Pequenos Lençóis – acidente geográfico semelhante aos Lençóis Maranhenses. A pequena cidade está localizada em uma região com muitos atrativos turísticos: praias ainda intocadas, mangues, riachos de águas cristalinas, dunas e lagoas e, ainda tem o Lago da Taboa que é uma grande área alagada com uma fauna e flora riquíssima.
Volta ao menu |